Assessoria de Conteúdo Cultural

sábado, 21 de julho de 2001

1º Conselho Municipal de Cultura de Nova Iguaçu


O Conselho Municipal de Cultura - CMC - foi mais uma conquista para a cidade de Nova Iguaçu. “No dia da posse, em noite festiva no Patronato São Vicente, estávamos todos emocionados pela consciência e responsabilidade deste importante momento” relembra Antônio Filipak. Um marco na história da cultura iguaçuana,
O Conselho Municipal de Cultura foi um órgão de assessoramento em matéria de consulta e planejamento em questões da política cultural, vinculada à Secretaria de Cultura e Turismo da cidade de Nova Iguaçu. Também zelou pelo cumprimento das normas, atos e planejamentos culturais, acompanhando a ação da Secretaria, mantendo articulações com os demais Conselhos, visando melhor contribuição para a integralização e harmonia no desenvolvimento cultural e sócio-econômico da Cidade enquanto foi vigente..
Componentes: Nelson Freitas (Presidente) - Moduan Matus (Vice-presidente) - Anna Márcia Mixo (1ª Secretária) – Antônio Filipak (2º Secretário) - Raimundo Rodrigues (3º Secretário) - Daniel Guerra - Everton Mesquita - Mestre Azulão - Tereza Petsold - Toni Ribeiro - César Ray - Ney Alberto - Robson Luy - Sérgio Fonseca - Vítor Loureiro - Antônio Lacerda - Everton Mesquita - Pe. Geraldo Magalhães.

domingo, 11 de julho de 1993

Projeto “ARTE NA CAIXA”


O projeto “Arte Na caixa” inaugurou em 11 de julho de 1993, com uma exposição que reuniu obras de Oswaldo Forty, Orlando Rafael, Fábio Macedo e Antônio Filipak. 318 pessoas assinaram o livro de presença no dia da inauguração, em quinze dias, 644 visitaram a exposição.
O primeiro ano do projeto destacou, em sua primeira fase até dezembro, artistas de Nova Iguaçu e da Baixada Fluminense no cenário artístico nacional. 100 obras de arte, 40 artistas entre músicos, bailarinos, atores e poeta se exibiram na Galeria de Arte. Os eventos contavam com o apoio de um amplo material de divulgação, sendo o de maior relevância o “MOSTRA Mural” que circulava em todo o País.
O 2º ano visou aprimorar as relações entre os seguimentos sociais organizados, amadurecendo o intercâmbio com grupos artísticos e suas diversas manifestações populares em destaque a entidade “Very Special Arts Brasil” – voltada exclusivamente para a promoção de artistas PNE (Portadores de Necessidades Especiais), permanecendo em atividade até outubro de 1994 sempre sob a coordenação do Gestor Cultural Antônio Filipak.