Assessoria de Conteúdo Cultural

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Baixada Brinda a Chegada de 2010 com Queima de Fogos


O projeto, Réveillon da Baixada, foi lançado dia 30 de setembro de 2009 e contou com a presença dos representantes dos municípios, TV Globo e Cufa. “Esta parceria abre um diálogo importante. A gente pretende se ver não só no réveillon, mas em todos os dias do ano”. “A expectativa é de que o evento seja apenas o primeiro de uma série de projetos numa região em que hoje vivem quatro milhões de pessoas”
A contagem regressiva foi feita pelo prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, e pelos apresentadores da festa, o ator Humberto Martins e a cantora Nega Gizza. “Novos tempos, desenvolvimento, esperança, vida nova, este é o sentido desta iniciativa”. Foram 15 minutos de fogos de todas as formas e cores, 16 mil disparos em três níveis, detonados da Vila Olímpica da cidade, em frente ao local dos shows. Momentos inesquecíveis saudando a chegada do ano novo.
A festa na Via Light reuniu cerca de 20 mil pessoas que assistiram aos shows dos grupos de forró Calcinha Preta e Pimenta do Reino; dos cantores Gustavo Lins e Benito di Paula e encerramento com a bateria da Unidos da Tijuca.
Um réveillon para ficar na memória dos moradores da Baixada Fluminense.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

“DIÁLOGO” A Dinâmica da Arte Contemporânea Incorporando as Tecnologias Digitais e os Materiais de Baixo Impacto Ambiental.

A exposição “Diálogo” busca estabelecer uma reflexão sobre atuais e novos hábitos resultados de mudanças sociais e econômicas fundamentais neste Mundo em constante transformação.

O artista utiliza como suporte para a criação artística, além do papel, o tecido de algodão e os reciclados de garrafa pet.

Outro importante segmento são as técnicas digitais utilizadas para a finalização e reprodução sobre os suportes. São equipamentos de última geração que permitem uma qualidade fotográfica e precisão nos detalhes artísticos: cores, vernizes, impermeabilizantes a base d’água e a durabilidade garantida pelos fabricantes.

Exposição de "Arte Digital"



quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Projeto Itinerante Artenacidade

O projeto - Artenacidade – surge para exibir sempre novas idéias com a proposta de circular por vários Municípios. “Diálogo”, em seu primeiro evento em Nova Iguaçu, leva o público a observar a dinâmica da arte contemporânea concebida pelo talento criativo do artista, a precisão da tecnologia digital facilitando a multiplicação do acesso aos bens culturais e a certeza da consciência no uso de materiais de baixo ou total impacto ambiental.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

A Expressão Artística de Antônio Filipak

“OLHAR - VeR o MUNDO cOM ouTROs OLHOS” são as palavras que definem o evento e, também, dá nome ao portal lançado na galeria do SESC de Nova Iguaçu, em 12 de setembro de 2007. A exposição foi dividida em dois segmentos, a primeira, retrospectiva dos “20 anos de arte”, sobre materiais rejeitados como: o papel reciclado e a sucata encontrada em ferro-velho e a segunda, o lançamento do projeto, “Arte Originada”, que utiliza materiais com baixo impacto ambiental e a tecnologia digital para reprodução. Nesta mesma noite, tivemos o lançamento do site: .artfilipak.com.br. O evento, comprovado em seu livro de freqüência na entrada da galeria, foi um sucesso de público. Em seus 17 dias, a partir da data de inauguração, 606 pessoas visitaram a exposição.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Lançamento do livro “RELEITURA”

Livro poético demonstrando a trajetória do artista com o título “Em Busca da “Arte” destacando as diversas fases nas artes plásticas e a segunda parte, depoimentos, com o título “Panorama das Principais Ações Culturais” empreen-dido na Baixada Fluminense e no Brasil.



sexta-feira, 21 de janeiro de 2005

A Obra “Ninhos” no Projeto “Imaginário Periférico”


“É dado destaque aos espaços da periferia, onde exposições são produzidas no intuito de quebrar com a rotina das apresentações no centro da Capital”...”Desenvolver uma visão crítica sobre estas transformações que vêm ocorrendo na baixada tornou-se uma proposta para os integrantes do Periférico...”. Esta era, inicialmente, o pensamento do grupo, apresentar o que acontecia nas artes da periferia. Antônio Filipak, a convite da produção, participou de algumas coletivas com a obra “Ninhos”.
Em entrevista na época, Antônio Filipak, explica a obra “Ninhos”: “Em 1984, ia constantemente a ferros-velhos e depósitos com o sentido de extrair do velho, do renegado pela sociedade de consumo, um significado” e complementa com o poema:
- Obras do acaso - O "Olhar" sobrevoa os escombros. Seduzido pousa sobre a história. Iluminado, tem à mão o que o tempo esculpiu. Reciclados, os objetos ganham vida. E o que antes não era percebido, agora "olhado", adquire sentido. Todo esse discurso permeou durante muitos anos a criatividade do autor.